Quando a terapia não funciona..



Vários dos problemas que levamos aos nossos terapeutas, rapidamente nos remetem a acontecimentos na infância, tais como perdas, abuso, tragédia e similares, mas há várias questões que nem mesmo anos de terapia parecem alcançar. 

Muitos clientes chegam com sentimentos de sofrimento profundo, ou fobias inexplicáveis, como medo de naufragar, apesar de nunca terem estado no mar, por exemplo. Tais sentimentos não fazem sentido quando buscamos sua origem na experiência da vida atual do cliente. 
Repetidas vezes eles dizem que sempre tiveram determinada sensação, ou que sempre fantasiaram sobre determinados países, ou tiveram pensamentos sobre determinado tipo de morte desagradável, ou então fortes convicções de terem sido um outro tipo de pessoa em outra era.
Tais pensamentos não devem ser ignorados. De fato, os vários casos acumulados de lembranças de vidas passadas, tanto através de terapia quanto de pesquisas, formam uma conjuntura quase irrefutável para se descartar o dogma científico (pois é um dogma) da tábula rasa – a ideia de que a mente é um ‘vazio total’ no nascimento. 
Aos poucos, mais e mais pessoas sem preconceitos percebem que quase todos os nossos problemas provêm de questões com as quais nascemos, de que a alma tem sua própria história. 
Com essa perspectiva, a “terapia de vidas passadas”, como vem sendo chamada há alguns anos, é uma psicologia profunda, uma psicologia da alma e das mais profundas tribulações que ela herda da história maior da humanidade. 
Como escreveu o grande filósofo francês, Michel de Montaigne, em seus Ensaios: “Cada homem leva a marca de toda a condição humana”.



Mais informações: Alberto Boarini tel. 11 3071-1263



Depressão pode ser considerada como um sinal de parada da alma, com oportunidade para voltar-se para uma direção diferente antes de recomeçar?

Teresa Robles, Hipnoterapeuta Ericksoniana, propõe que debaixo de quase todas as depressões está a renúncia da pessoa a SER como naturalmente é e está a falta de Amor Absoluto, que não existe no mundo exterior. A pessoa que pode nos dar esse Amor Incondicional, somos nós mesmos. Devemos aprender a gostar de nós mesmos, sem estar pressionado pelo “DEVO SER”.

Segundo Alexander Lowen, Terapeuta Corporal, a depressão é atualmente comum porque muitas pessoas perseguem objetivos irreais que não tem relação direta com suas necessidades básicas como seres humanos.
Ele afirma que, há sentimentos negativos reprimidos em todos os casos de depressão e que a presença desses sentimentos negativos no inconsciente de uma pessoa é a responsável pela queda da auto-estima porque corroem as bases de uma sólida autopercepção. A pessoa deprimida perdeu não só seu gosto pela vida como também perdeu seu desejo de viver. Essa tentativa de autodestruição é, como quase todo psicólogo concorda, um grito de socorro, uma manobra desesperada para chamar a atenção para uma situação.
Lowen nos fala também que as pessoas não ficam deprimidas quando são amadas. Amor e carinho nos relacionam com o mundo e nos dão a sensação de pertencermos à vida.

 

Após todas essas reflexões, podemos dizer que a depressão tem seu componente biológico e também seu aspecto emocional. Saber qual deles originou o outro é a grande busca dos especialistas.

A Terapia Regressiva acredita que a origem da depressão, bem como de outras patologias, pode encontrar uma explicação em vidas pregressas; e que a tristeza, a culpa, a raiva e o medo de hoje pode ser uma reação a alguma situação de vida conturbada. Uma vida que, hoje, não é exatamente como programamos. Onde não temos a companhia e a proteção de quem queremos e vivemos sofrendo pressões. Ficamos então insatisfeitos em relação a nós mesmos, manifestando a depressão.
Ao passo que no passado tivemos o poder, a proteção e os desejos satisfeitos.
Carregamos então, conosco, esses registros da vontade satisfeita através do poder ou as impressões de procedimentos negativos de experiências remotas.


Através da Terapia Regressiva podemos proporcionar um autoconhecimento e uma catarse desses conteúdos inconscientes reprimidos e abrir espaço para novos padrões e comportamentos mais adequados à vida atual.